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                     Sociedade x deficiência  Brasil tem as melhores políticas para as pessoas com deficiência, mas não tem a prática. É preciso,  necessário e urgente uma mudança em nossa sociedade, para que possa realmente incluir as pessoas com deficiência. Vivemos numa sociedade equipada e estruturada para os ditos normais, é aí que ocorre a discriminação, a exclusão, pois quando são arquitetadas as nossas cidades não se pensa na igualdade de direitos, na acessibilidade. Por exemplo, na concepção de novos espaços, políticas, programas, produtos e serviços, o desenho deve ser sempre universal e inclusivo, para que não mais se construam obstáculos que impeçam a participação das pessoas com deficiência (LOPES, 2014). O modelo (bio) médico da deficiência tem sido responsável, em parte, pela resistência da sociedade em aceitar a necessidade de mudar suas estruturas e atitudes (SASSAKI, 2003). Em contraposição temos...
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 MITOS E PRECONCEITOS SOBRE A PESSOA COM DEFICIÊNCIA Vivemos num mundo rico e diverso, podemos comparar esta diversidade a uma colcha de retalhos, de diferentes cores, tamanhos e textura, costurados ou unidos por uma única linha. Comparo aqui os retalhos as pessoas, a linha aos pensamentos que deveriam unir a todos.  Amaral afirma que não há problema nenhum com as diferenças, nós somos diferentes e a deficiência existe e não há problemas, isto só mostra o quão diverso e rico é a condição humana, o problema é o como lidamos com isto que temos de pensar nos parâmetros do que é e o que não é normal. A diferença existe e é muito bom! No  texto “Crocodilos e Avestruzes”  Amaral  fala do ser diferente, relata que ser diferente  é tudo aquilo que foge de um modelo. Amaral usa três critérios para avaliar o que é ser diferente;   critérios estatísticos , pode usar a média e a moda, estrutural e funcional , que são biológicos e tipo ideal , ...