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CARTOGRAFIA É a ciência da representação gráfica da superfície terrestre, tendo como produto final o mapa. A cartografia se tornou muito importante para o estudo da geografia.( ciência de produzir mapas)    O primeiro mapa confeccionado foi feito em tábua de argila na Suméria, na Babilônia os mapas eram impressos em madeira. Ptolomeu desenhava os mapas em papel dentro de um círculo, atualmente os mapas são feitos por meios modernos, como as fotografias aéreas (realizadas por aviões),e o sensoriamento remoto por satélite, contamos também com o recurso dos computadores. O estudo da cartografia é importante para a geografia, pois ela contribui não apenas para que entendamos os mapas, mas ela também nos ajuda a desenvolver capacidades relativas à representação do espaço . O objetivo principal de estudo da Geografia continua sendo o espaço geográfico (CASTROGIOVANNI, 2000) Para isso, deve-se trabalhar os conteúdos próprios da Geografia, visando abranger aos conc...
Letramento espacial Resumo do artigo GEOGRAFIA E A CARTOGRAFIA ESCOLAR NO ENSINO BÁSICO: UMA RELAÇÃO COMPLEXA – PERCURSOS E POSSIBILIDADES No decorrer da escolaridade os alunos precisam desenvolver habilidades de reconhecimento espacial como a lateralidade, a percepção de imagens em diversos pontos de vista, as relações de distância, a interlocução de quadros paisagísticos, o ordenamento de pontos de referência e muitas outras. O desenvolvimento destas habilidades garante uma maior apropriação das relações espaciais quando adultos. O letramento representa não somente o reconhecimento direto de signos, mas o potencial que estes signos têm nas relações e interpretações de um determinado espaço. O letramento vai além de identificar a referência espacial, ele propõe o significado dessa referência no conjunto da localização. Para melhor compreensão sobre a construção do conhecimento e principalmente sobre o espaço inserido no ensino de Geografia, utilizamos basicamente a obra d...
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Vivendo a história O texto de Hilary Cooper tem como objetivo ajudar crianças pequenas a se relacionarem com o passado por meios que reflitam uma genuína investigação histórica. De acordo com Von Borries ( 1997) quando as crianças europeias em seus estudos , iniciam a história formal na escola secundária , já possuem visões estereotipadas e não acham a história fundamental em suas vidas. Eu como aluna nunca gostei de história sempre achei ser uma disciplina chata, pois tinha de ouvir, ouvir e ouvir, memorizar fatos e consequências para passar na prova não fazia sentido para mim. O que texto sugere é que possamos ajudar as crianças a gostarem de história tendo um verdadeiro sentido para elas, partindo de suas próprias vivências, construindo sua própria história, comparando-a com as de outros, percebendo que tudo muda no tempo com o passar do tempo, levando-as a fazerem questionamentos, investigações, utilizando-se de fontes como fotos, roupas, brinquedos, músicas, fazen...
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Tempo linear e escola gaiola A escola foi dividida em tempos e espaços determinados e estruturados e as crianças foram hierarquizadas dentro deles. Os espaços e tempos fixos que a Modernidade buscou levaram à homogeneização das turmas, afinal era preciso que todos estivessem em um mesmo ponto do desenvolvimento para ocupar um determinado lugar em um determinado tempo. É a especialização do tempo, onde o tempo passou a ser redutível ao espaço e pensado em função do espaço (VEIGA-NETO, 2002). Esta escola com tempo e espaços determinados e estruturados, se transformaram em escolas gaiolas. Segundo Rubem Alves, estas escolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sobre controle. Os tempos mudaram antes o que era linear agora é simultâneo, tudo ocorre rápido demais e quase ao mesmo tempo, mas as escolas insistem em continuar nesta linearidade, prova disto é o calendário escolar , dividido em ano letivo, trimestres, dia letiv...

O Ensino de História no Brasil

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Após leitura do texto da autora Elza Nadai (1993), O ensino de história no Brasil: trajetória e perspectiva, foi possível abarcar a retrospectiva histórica sobre o ensino de História no Brasil. A autora mostra uma crise na história historicista que dá lugar à superação do modelo tradicional através de modificações da própria produção científica, pois haviam descompassos sociais e incapacidades da instituição escolar desde suas raízes francesas. Dessa forma houve possibilidade do pensar, fazer e escrever história, obrigando os profissionais a questionar criticamente os alicerces e pressupostos da ciência e do ensino. Pode-se afirmar, a partir de tal leitura, que a crise supracitada ainda se apresenta na contemporaneidade, embora haja diversas propostas de ensino e práticas docentes que tornam viável outras concepções de História.             De acordo com Mendes (1935 apud Nadai,1993, p.143): Nossos adolescentes também detestam a His...