INCLUSÃO E
A ESCOLA
De acordo com Rodrigues (2003, p, 91-92) “ Assim, a escola
foi ( è?) uma fonte de exclusão para muitos alunos que, quase sempre, viram
confundidos com “falta de motivação “, “indisciplina” ou “falta de
inteligência” a incompatibilidade entre
seus valores, ritmos e interesses com os que eram veiculados na escola.”
Na interdisciplina Seminário Integrador eixo III, foi realizado
uma reflexão sobre a inclusão como sendo um problema ou uma solução?
As professoras que ali se encontravam, no primeiro
momento viram a inclusão como sendo um
problema devido a falta de preparação dos educando e da falta de recursos e
estrutura escolar adequados para atender as crianças inclusas. Gerando então
uma exclusão dentro da inclusão, ainda há resistências no interior das escolas,
que não sabem como lidar com a diferença.
Na coleção de Alfabetização Matemática no caderno de Educação
Inclusiva relata “Se há a necessidade de se falar em inclusão é porque muitos
têm sido excluídos na esfera social e educacional”.
Estamos vivendo num mundo de mudanças antes o que era
considerado anormal hoje é considerado normal, tomemos como exemplo a escovação
de dentes, hoje, nós achamos normal escovar os dentes, mas no inicio do século
XX era preciso que a escola tratasse da higiene, pois era comum que pessoas
achassem que uma prática destas poderia provocar dano à saúde! Da mesma forma a
inclusão está aí , e é competência da escola, enquanto espaço da Educação
pensar e planejar uma intervenção pedagógica que contemple a todos os alunos.
Ou seja; não é aceitável o discurso do
‘Não estamos preparados “
Num segundo momento da reflexão feita pelas professoras
chegou-se a conclusão que a inclusão é um processo e como processo demora para
ser aceito e concluído, mas estamos no caminho para consolidar a inclusão,
sendo a escola o espaço onde a norma se torna institucional.
Referências:
Coleção de Alfabetização Matemática, caderno de Educação Inclusiva

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